Primeiro, da resistência:
Eu Vou ficar/ No meio do povo/ Espiando
Minha escola perdendo ou ganhando/ Mais um carnaval
Antes de me despedir/ Deixo ao sambista mais novo
O meu pedido final
Quando eu não puder pisar mais na avenida/ Quando as minhas pernas não puderem aguentar
Levar meu corpo, junto com meu samba/ O meu anel de bamba, entrego a quem mereça usar
Eu Vou ficar/ No meio do povo/ Espiando
Minha escola perdendo ou ganhando/ Mais um carnaval
Antes de me despedir/ Deixo ao sambista mais novo
O meu pedido final
Não deixa o samba morrer/ Não deixa o samba acabar
O morro foi feito de samba/ De samba para gente sambar
Minha escola perdendo ou ganhando/ Mais um carnaval
Antes de me despedir/ Deixo ao sambista mais novo
O meu pedido final
Quando eu não puder pisar mais na avenida/ Quando as minhas pernas não puderem aguentar
Levar meu corpo, junto com meu samba/ O meu anel de bamba, entrego a quem mereça usar
Eu Vou ficar/ No meio do povo/ Espiando
Minha escola perdendo ou ganhando/ Mais um carnaval
Antes de me despedir/ Deixo ao sambista mais novo
O meu pedido final
Não deixa o samba morrer/ Não deixa o samba acabar
O morro foi feito de samba/ De samba para gente sambar
Segundo, de amor:
Há quem diga que eu dormi de touca/ Que eu perdi a boca, que eu fugi da briga
Que eu caí do galho e que não vi saída/ Que eu morri de medo quando o pau quebrou
Há quem diga que eu não sei de nada/ Que eu não sou de nada e não peço desculpas
Que eu não tenho culpa, mas que eu dei bobeira/ E que Durango Kid quase me pegou
Eu quero é botar meu bloco na rua/ Brincar, botar pra gemer
Eu, por mim, queria isso e aquilo/ Um quilo mais daquilo, um grilo menos disso
É disso que eu preciso ou não é nada disso/ Eu quero é todo mundo nesse carnaval...
Eu quero é botar meu bloco na rua/ Brincar, botar pra gemer
Que eu caí do galho e que não vi saída/ Que eu morri de medo quando o pau quebrou
Há quem diga que eu não sei de nada/ Que eu não sou de nada e não peço desculpas
Que eu não tenho culpa, mas que eu dei bobeira/ E que Durango Kid quase me pegou
Eu quero é botar meu bloco na rua/ Brincar, botar pra gemer
Eu, por mim, queria isso e aquilo/ Um quilo mais daquilo, um grilo menos disso
É disso que eu preciso ou não é nada disso/ Eu quero é todo mundo nesse carnaval...
Eu quero é botar meu bloco na rua/ Brincar, botar pra gemer
Terceiro, de paz:
Esse ódio/ Esse ópio/ Essa droga de vida
Esse fogo cruzado/ Essa bala perdida
Que não nos deixa mais
Essa peste/ Essa praga/ Essa raiva/ Essa ira
Esse campo minado/ Essa arqui-inimiga
Que não nos deixa mais
Paz, paz, paz, paz, paz... Queremos paz...
Como a luz tão bela/ Majestosa tela/ És a noite de luar
Contra a luz da guerra/ Vai ganhando a terra/ Essa a noite de luar
Esse fogo cruzado/ Essa bala perdida
Que não nos deixa mais
Essa peste/ Essa praga/ Essa raiva/ Essa ira
Esse campo minado/ Essa arqui-inimiga
Que não nos deixa mais
Paz, paz, paz, paz, paz... Queremos paz...
Como a luz tão bela/ Majestosa tela/ És a noite de luar
Contra a luz da guerra/ Vai ganhando a terra/ Essa a noite de luar
letras:
NÃO DEIXE O SAMBA MORRER - Alcione
EU QUERO BOTAR MEU BLOCO NA RUA - Sérgio Sampaio
A PAZ DO BICHO - Bicho Terra
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