quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Tribunal mantém prefeitos e vices de Governador Nunes Freire, Buriti, Cajari e Fortuna

Em julgamentos realizados na tarde desta quarta-feira, 17 de fevereiro, os membros do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão, por unanimidade, mantiveram nos cargos os prefeitos e vices das cidades de Governador Nunes Freire, Buriti, Cajari e Fortuna e ainda o vereador Antonio Dias Carneiro Filho (Maranhãozinho), todos eleitos em 2012.
As decisões ocorreram nos processos RE 368-92/12 e 527-35/12 (Governador Nunes Freire), RE 176-96/12 (Buriti), RE 323-40/12 (Cajari), RE 520-43/12 (Maranhãozinho) e RE 853-21/12 (Fortuna).
O Recurso Criminal 1234-98/10 (Ação Penal Pública por suposta prática, em concurso material, de desvio de verba pública e corrupção eleitoral), oriundo de São Pedro da Água Branca, ainda começou a ser julgado, mas o desembargador Raimundo Barros (corregedor) e os juristas Daniel Leite e Eduardo Moreira pediram vista compartilhada após manifestação do relator, juiz federal Clodomir Reis, em questão de ordem.
Na sessão administrativa, foram deferidos os processos administrativos de propaganda partidária feita pelo PMDB (PP 149-86/15) e PSC (PP 160-18/15), além de aprovadas revisões de eleitorado com recadastramento biométrico nos municípios de Tufilândia (PAD 1445/2016), Junco do Maranhão (PAD 1530/2016) e Maracacumé (PAD 1543/2016). Nos 3, o Tribunal constatou os requisitos mínimos exigidos para realizar o procedimento, sendo o principal deles o número de eleitores igual ou superior ao número de habitantes.

fonte: Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA)

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Roseana Sarney vai passar por mais uma cirurgia



A ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney (PMDB) vai se submeter a mais uma cirurgia, marcada para esta sexta-feira (19). A nova intervenção será para retirada de um nódulo no rosto.
Roseana Sarney já está em São Paulo (SP), onde vai ser atendida pelo médico-cirurgião especialista Mário Sérgio Munhoz, no Hospital Sírio Libanês. O nódulo foi descoberto durante exames de rotina que ela fez na capital paulista, nos dias em que o pai, o ex-presidente José Sarney (PMDB), esteve internado por conta também de uma cirurgia.

Confiante

Roseana já passou por 22 cirurgias. Alguns dos motivos foram problemas com aneurisma cerebral, mama, pulmão, ovário, útero e intestino. Quando estava como governadora, fez um fechamento (“clipagem”) de um aneurisma cerebral e contenção de um sangramento retal.
Apesar dos constantes problemas de saúde, a confiança é forte. “Tenho muita fé em Deus. É isso o que sempre me dá a certeza de que tudo vai correr bem”, disse.





Justiça afasta prefeito Ribamar Alves e determina posse do vice-prefeito de Santa Inês

Dino festeja resultado
O juiz que responde pela 1ª Vara de Santa Inês, Alessandro Figueiredo, concedeu liminar nesta quarta-feira, 17, determinando o imediato afastamento do prefeito do município, José de Ribamar Costa Alves, preso desde o dia 29 de janeiro sob acusação do crime de estupro. A decisão fixa o prazo de 24 horas para que o presidente da Câmara de Vereadores emposse no cargo o vice-prefeito, Ednaldo Alves de Lima, ou seus sucessores legais, sob pena de incorrer em crime de desobediência.
O vice-prefeito impetrou mandado de segurança contra o presidente da Câmara de Vereadores, Orlando de Araújo Mendes, solicitando que fosse empossado no cargo de prefeito, por considerar nula a última sessão legislativa, na qual foi concedida licença ao prefeito José de Ribamar Alves.
Em decorrência do afastamento da Juíza Titular da 1º Vara, o pedido foi apreciado pelo Juiz Alessandro Bandeira Figueiredo, titular do Juizado Especial Cível e Criminal, que considerou nula a sessão realizada pela Câmara dos Vereadores no dia 15 de fevereiro.
Segundo o magistrado, desde a prisão do prefeito, é fato notório que a cidade de Santa Inês encontrava-se sem administração, fato noticiado em jornais e blogs e que estaria gerando instabilidade social. Ele acatou os argumentos do pedido, entendendo que a sessão da Câmara de Vereadores que concedeu licença ao prefeito teria sido realizada em contraposição ao Regimento Interno da Câmara.
O juiz justificou que a sessão legislativa, que foi a primeira do ano, deveria ser solene e com pauta preestabelecida na Ordem do Dia com antecedência de 24 horas, conforme prevê o Regimento Interno, o que não foi observado. “Jamais a primeira sessão do ano deveria ser feita por meio de sessão ordinária, e muito menos poderia tratar de matéria estranha ao seu objetivo, qual seja, a instalação dos trabalhos legislativos”, observou.

PRISÃO – O prefeito Ribamar Alves está preso preventivamente desde o dia 29 de janeiro, após ser preso em flagrante pela polícia acusado de estupro contra uma jovem de 18 anos.
De acordo com a Lei Orgânica do Município, o prefeito não pode ausentar-se do município por mais de oito dias sem prévia autorização da Câmara de Vereadores, sob pena da perda de mandato por crime de responsabilidade.
Em sua decisão, o juiz questionou ainda a própria licença concedida ao prefeito para para tratar de interesses particulares, pois  espécie não se adequaria à situação do gestor. “O seu estado atual de custodiado não se coaduna com o instituto da licença concedida, e isso por razões óbvias, eis que é fisicamente inviável que alguém que esteja preso possa, de forma eficaz, gozar de licença para resolver problemas particulares”, pontuou.

fonte: Ascom Corregedoria Geral de Justiça

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Vacância na prefeitura de Santa Inês



Santa Inês está sem prefeito

Completaram-se os 15 dias em que o prefeito de Santa Inês, José de Ribamar Costa Alves (PSB), poderia ficar afastado do município sem aviso prévio à Câmara Municipal. Por conta disso, a cidade está sem prefeito.
A afirmativa é dada com base no que diz a Constituição Federal de 1988, no capítulo 2, artigo 80, onde se determina que, em caso de impedimento ou vacância do cargo de presidente, assume o vice-presidente. A mesma regra é adotada quando se refere aos cargos de governador e prefeito. Dessa forma, o vice-prefeito de Santa Inês Ednaldo Alves Lima, o Dino (PT), deve ser convocado a assumir o cargo.
Se nada de errado ou anormal acontecer, a posse do novo prefeito deve ocorrer na próxima terça-feira, através de convocação feita na amanhã, para realização de sessão extraordinária.

Lei Orgânica versus Constituição

De acordo com a assessora jurídica do vice-prefeito, representada pela advogada Edna Andrade, pela Lei Orgânica do município, Ribamar Alves já deveria ter sido substituído, pois prevê a obrigatoriedade da autorização da Câmara para afastamento do prefeito do município em prazo superior a 8 dias.
Ela explica, ainda, que a Constituição exige que o Congresso Nacional conceda licença pra o Presidente da República no prazo de 15 dias, segundo o artigo 83. Para se evitar debates jurídicos – que em nada acrescentariam ou beneficiariam o município – e pela aplicação da lei mais benéfica ao prefeito, se optou pelo maior prazo, onde ele teria 15 dias para obter a autorização da Câmara, o que não existe. “O Presidente e o Vice-Presidente da República não poderão, sem licença do Congresso Nacional, ausentar-se do País por período superior a quinze dias, sob pena de perda do cargo (Constituição Federal, texto promulgado em 05/10/1988)”.

Respeito à lei

Foi baseado no que diz a Constituição que Ednaldo Alves resolveu agir. “Decidi aguardar, não fiz nada antes, para que não houvesse desrespeito ao que diz a lei. O prazo vence a meia-noite [a entrevista foi feita na manhã de ontem] e vamos esperar para saber como devemos proceder”.

Perca de prazo

Segundo a advogada Edna Andrade, legalmente não há mais como o prefeito reverter a vacância do cargo que ocupa. Ela diz que Ribamar Alves demorou para pedir a licença, que só será analisada em sessão ordinária na Câmara Municipal de Santa Inês, a ser feita depois da abertura dos trabalhos legislativos.
A advogada diz que, para que a licença possa valer, ela teria que ser analisada e concedida antes de completar os 15 dias de afastamento do cargo. “Mesmo o prefeito Ribamar Alves tendo entrado com o pedido de licença, ele não poderá voltar ao cargo. O pedido não pode mais ser analisado até o prazo máximo, pois precisaria ser feito em uma sessão extraordinária, convocada em edital, com antecedência. Isso não aconteceu e não há mais tempo hábil para isso”.

Cidade instável

Ednaldo Alves, mesmo sem agir em busca do cargo, não deixou de se preocupar com a situação de abandono administrativo da cidade. “Eu estou sendo procurado por autoridades, lideranças comunitárias, sindicais. Muita gente tem me procurado e pedido para assumir. Isso me provoca uma inquietação, pois a gente percebe, sente o clima de instabilidade na cidade. As pessoas estão preocupadas com o que vai acontecer”.

Relação com Ribamar

Apesar destas conversas, Dino se mantém na posição de observador, esperando os fatos acontecerem até o momento em que ele deve, na posição de vice-prefeito, agir.
O distanciamento dele da gestão Ribamar Alves ainda no início, não fez com que Dino mudasse sua postura. Ele diz que mantém uma relação de respeito com o atual prefeito e seus correligionários. “Nossa relação tem sido como sempre pautei a minha vida. Com amizade, com respeito às pessoas em primeiro lugar. Eu não trato com hostilidade, até mesmo para não alterar os rumos da situação”.
Questionado sobre se está preparado para assumir a cidade, ele foi enfático. “Estou pronto. É diferente de quando você é eleito e tem tempo para se organizar, planejar. Eu vou chegar e cair dentro. Tem uma equipe que vai ajudar, vai trabalhar e fazer o que tem que fazer. Vou contar com toda equipe da prefeitura. Como homem público, vou adotar a transparência e caminhar dentro da lei. Vamos fazer uma gestão compartilhada com a Câmara, com a sociedade civil organizada e a população”.


Relembre o caso

29 de janeiro – Ribamar Alves é preso por suspeita de estupro
30 de janeiro – Ribamar Alves é levado à Penitenciária de Pedrinhas
30 de janeiro a 09 de fevereiro – defesa de Alves impetra dez pedidos de habeas corpus seguidos, todos rejeitados no Tribunal de Justiça
06 de fevereiro – data-limite em que Ribamar Alves deveria ter entrado de licença do cargo, segundo a Lei Orgânica do município de Santa Inês
09 de fevereiro – defesa de Alves recorre ao Superior Tribunal de Justiça (STJ)
12 de fevereiro – alegando morosidade do ministro-relator do STJ, defesa entra com pedido de habeas corpus junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), instância máxima da justiça brasileira
13 de fevereiro – data-limite em que Ribamar Alves deveria ter entrado de licença do cargo, segundo a Constituição Federal


PERFIL

Nome completo:
Ednaldo Alves Lima

Idade:
53 anos (12/04/1962)

Município de nascimento:
Santo Antonio dos Lopes-MA

Estado civil:
Casado

Grau de instrução:
Ensino Fundamental Completo

Ocupação principal:
Empresário

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Imagem do dia: Edivaldo Júnior e João Castelo voltam a se encontrar

Neste sábado (13), dia nacional de combate ao mosquito Aedes Egypt, o ministro chefe da Casa Civil do governo Dilma, Jaques Wagner (PT), esteve presente e acabou atraindo muitos políticos. Entre os presentes estavam Edivaldo Holanda Júnior (PDT) e João Castelo (PSDB). O prefeito de São Luís ao chegar no evento foi saudando todos convidados e acabou dando de cara com o deputado federal, e que acabou lhe dando a mão e um sorriso amarelo.
20160213_095802(0)Após o evento, este jornalista conversou com João Castelo e perguntou o que Edivaldo Holanda Júnior teria dito a ele quando se encontraram, o tucano respondeu de pronto: “ele apenas me cumprimentou e eu respondi, como uma pessoa educada que sou”. Questionado se o prefeito de São Luís não fica constrangido toda vez que o encontra, afinal o ex-prefeito ajudou muito a família Braga, mais uma vez Castelo foi rápido: “isso você deve perguntar a ele”.
Castelo se recusou a falar de política neste sábado, diz que o momento vai chegar, mas que na oportunidade estava focado apenas na ação de combate ao mosquito que transmite a dengue, chikungunya e a zyca.

fonte: Blog do Diego Emir

Defesa de Ribamar Alves acredita em mudança no quadro, mas reclama de morosidade no caso



O enredo da novela da prisão do prefeito de Santa Inês, José de Ribamar Costa Alves (PSB), está tomando novos rumos. Um novo pedido de habeas corpus foi feito ontem (12) e as circunstâncias de momento deram novas opções a defesa do prefeito. A suposta omissão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) é que seria o novo entrave.
Luiz Freitas Sabóia, novo advogado de defesa de Ribamar Alves, afirmou que tem elementos suficientes para conseguir a transferência do cliente. Segundo ele, a partir do momento em que o desembargador Froz Sobrinho – primeiro a analisar judicialmente o caso – transformou a prisão em flagrante em prisão preventiva, a defesa do prefeito só poderia entrar com recurso junto ao Supremo Tribunal de Justiça (STJ). E foi a primeira atitude dele quando assumiu o caso.
“O ministro desembargador Ribeiro Dantas foi que acolheu o caso. E na primeira decisão dele, já houve uma mudança. Ele negou a liminar que impetramos, mas acatou o pedido de habeas corpus”, disse Luiz Sabóia, complementando que a ausência de uma grave ameaça ou ‘violência real’ contribuiu para a nova postura.
O advogado diz ainda que o Ministério Público tentou manter a acusação, alegando que a peça íntima baixa (calcinha) da vítima estava rasgada e que foi provado sangramento pelo canal vaginal da mesma. Mas, de acordo com o advogado, baseado em relatos do acusado, a jovem teria ido ao encontro do prefeito usando uma calcinha erótica, com abertura frontal de fábrica. De posse dessa informação, a defesa de Ribamar Alves solicitou, junto ao Tribunal de Justiça, uma perícia complementar na peça íntima.
Sobre o sangramento, o advogado pediu que uma mancha amarela também fosse periciada, pois, para ele, o indício pode ser, entre outras possibilidades, uma prova de que a vítima está com uma doença venérea (DST). Segundo Luiz Sabóia, o TJ ainda não se manifestou sobre o pedido.

Novo habeas corpus

Ontem, a defesa de Ribamar Alves em Brasília entrou com novo pedido de habeas corpus junto ao STJ, no plantão, pedindo a transferência do seu cliente da Penitenciária de Pedrinhas para o Quartel da Polícia Militar em Santa Inês. “Nesta situação, existem duas possíveis respostas: a permanência do cliente onde ele está ou a transferência para Santa Inês”.
O que dá ânimo ao advogado são erros que teriam sido cometidos pelo STJ nos autos do processo. “O STJ colocou o nome completo da vítima e do suposto réu. Isso não pode acontecer quando o processo está correndo em segredo de justiça. Essa quebra foi um erro e vamos argumentar em cima disso”.
Porém, segundo o advogado, o STJ não está dando o tratamento que o caso merece, pois o pedido feito no dia 09, ainda não foi analisado. “O recurso que impetramos não avançou. Está parado no STJ. Isso me deixa sem alternativas e me obriga a recorrer ao Supremo Tribunal Federal, pois o que percebo é que há uma omissão por parte do STJ em relação ao caso. Protocolamos um novo habeas corpus no Supremo Tribunal Federal contra ato omisso e comissivo por parte do Ministro Relator, que até agora não apreciou o nosso pedido de transferência do prefeito Ribamar Alves para Santa Inês”.
No total, a defesa de Ribamar Alves já impetrou 10 pedidos de habeas corpus, sendo que nenhum obteve sucesso. Sete deles foram recusados somente no final de semana passado, entre a sexta-feira (05) e o domingo (07).

Sem antecedentes

De acordo com o advogado, o caso com a jovem de 18 anos não pode servir de agravante em relação ao episódio envolvendo a juíza Larrissa Tupinambá, que teria sofrido assédio sexual por parte de Ribamar Alves no dia 19 de dezembro de 2013, quando o mesmo tentou beijar a magistrada. “Uma coisa não pode ser ligada a outra, porque, naquele caso, ele não foi julgado por crime sexual”.
Luiz Sabóia acredita que o ocorrido pode ter sido orquestrado com o intuito de atingir o prefeito. “É uma armação. Pegaram o Ribamar no ponto fraco dele. É um defeito do Ribamar, gostar de mulher”.

Defesa de Ribamar Alves pede licença



O prefeito de Santa Inês, José de Ribamar Costa Alves (PSB), decidiu agir pra não perder o mandato antes de ser julgado. A defesa do gestor municipal entrou com um pedido oficial na Câmara Municipal de Santa Inês na manhã de ontem (12), pedindo o afastamento provisório de Ribamar.
De acordo com o presidente da Câmara Municipal de Santa Inês, o vereador Orlando Mendes (PDT), o pedido vai ter que aguardar durante todo este final de semana, já que só poderá ser apreciado na manhã de segunda-feira, durante sessão extraordinária.
Orlando Mendes, que é da base aliada do prefeito, garantiu que o executivo municipal continua funcionado regularmente, mesmo com o clima de insegurança política em Santa Inês. “Todas as secretarias da prefeitura estão funcionando normalmente, os salários dos funcionários foram pagos. O prefeito continua despachando mesmo no presídio. A cidade está transtornada, nunca tinha visto uma situação como essas”, ressaltou.

Posse do vice

A Câmara Municipal de Santa Inês é composta por dezessete parlamentares que devem votar o pedido de licença de Ribamar Alves. Isso poderá ser possível se até mesmo nove vereadores estiveram em plenário no momento da votação. Menos que isso, o pedido não pode ser apreciado. Tendo quórum, o afastamento será autorizado se a maioria dos vereadores votar a favor.
A aprovação abre espaço para que o vice-prefeito Ednaldo Alves Lima, o Dino (PT), assuma o mandato temporariamente. De acordo com Orlando Mendes, o vice já está montando sua equipe de governo. “Pelo que escuto na cidade, o vice-prefeito já está se adiantando, escolhendo seus secretários. O que posso garantir, é que a Câmara vai cumprir, obedecer a constituição”, garantiu.
Caso a Câmara Municipal recuse o pedido de afastamento de Ribamar Alves, ele corre o risco de perder o cargo. Nesse caso, Ednaldo Alves assume de forma efetiva o restante do mandato por força da legislação brasileira, que determina que, após 15 dias de afastamento do cargo, a autoridade mais próxima por direito deverá assumir o poder.